Polifonia Portuguesa para o Natal

O Ensemble da Sé de Angra deseja a todos um Santo Natal com votos de umas felizes festas. Nada melhor  para servir de postal que os vídeos que já realizámos com polifonia vocal sacra portuguesa para o Advento e Natal Continuar a ler

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Colaboração com Francisco Miguel Nogueira

Francisco Miguel NogueiraÉ com grande satisfação que o Ensemble da Sé de Angra irá iniciar uma colaboração com o historiador terceirense Francisco Miguel Nogueira. Tem sido uma das principais preocupações deste grupo desde a sua fundação, para além da atenção dada aos pormenores musicais da época, a valorização do espaço contextual onde realiza actuações. Desta forma e no seguimento de um melhor enquadramento entre a música que é interpretada e os espaços onde é interpretada, este agrupamento resolveu associar a música à história local onde a colaboração do Dr. Francisco Miguel Nogueira será uma mais valia. Continuar a ler

Estêvão Lopes Morago – Quem vidistis Pastores?

Do nosso concerto a quando do Festival “Música Ibérica Séculos XVI & XVII”, que se realizou em Angra do Heroísmo e Praia Vitória entre 28 de Julho e 5 de Agosto de 2012, partilhamos o vídeo do nosso concerto na Igreja da Misericórdia em Angra do Heroísmo, com o terceiro responsório das matinas para o Natal, a quatro vozes, de Estêvão Lopes Morago, uma das poucas colecções de responsórios para o Natal escritas em Portugal nos séculos XVI e XVII.

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Mateus d’Aranda – Adjuva nos Deus

Gravação do concerto realizado pelo Ensemble da Sé de Angra na Igreja Matriz de Santa Cruz, Praia da Vitória, a 3 de Fevereiro de 2013. A obra aqui interpretada é o tractus para a Quaresma Adjuva nos Deus de Mateus d’Aranda (c.1495-1548), compositor espanhol que desempenhou as funções de mestre de capela na Sé de Évora e lente de música na Universidade de Coimbra. Continuar a ler

Manuel Mendes – Missa pro Defunctis

Relativamente pouco conhecida quando comparada com as de Manuel Cardoso, Duarte Lobo ou até mesmo a de Filipe de Magalhães (todas gravadas em CD), a Missa pro Defunctis de Manuel Mendes (c.1547-1605) sobrevive na sua versão para quatro vozes e numa versão para oito vozes (policoral) recentemente identificada a partir de uma transcrição a partir de um manuscrito mexicano, atribuída inicialmente a Gonçalo Mendes Saldanha. Continuar a ler